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CAPÍTULO IX

 

EVOLUÇÃO DO PLANTEL

 

Infelizmente, nós brasileiros não somos muito chegados a colecionar dados estatísticos nem nos preocuparmos com êles e, por esta razão, iniciou-se aqui uma das fases mais difíceis de nosso trabalho. A maioria dos criadores via seu rebanho crescer, porém, se lhes fosse perguntado qual era o incremento de seu plantel ou quantos filhotes cada fêmea produzia em média por ano as respostas eram sempre evasivas ou no máximo aproximadas ("Eu acho que tenho uma média de..."). Talvez seja isto, ainda, um reflexo de nossa cultura inflacionária...

 

Com o auxílio e a abnegação de uns poucos criadores conseguimos, durante um ano, levantar a evolução de seus plantéis e para surpresa os dados foram bastante divergentes e devem servir de alerta para que cada um passe a fazer uma análise mais apurada de seu criatório.

 

Pudemos constatar que o índice de produtividade de animais vivos por fêmea chegou a variar de dois até quatro filhotes por ano de um criatório para outro. A média estabeleceu-se em torno de três animais vivos por fêmea/ano. Este índice é um pouco superior ao admitido na bibliografia internacional sobre a matéria (2,7 filhotes / fêmea), o que vem a contrariar a primeira impressão sobre a fertilidade da chinchila ao compará-la com coelho ou rato, pelo simples fato de ser um animal roedor.

 

Se a sua fertilidade fosse semelhante a um desses animais, certamente, todo criador de chinchilas ficaria milionário em pouco tempo ou as peles seriam muito baratas. No entanto, nenhuma das duas afirmações pode ser considerada como verdadeira.

 

Investir em chinchilas é um bom negócio, porém, não podemos prometer fortuna fácil para ninguém e as suas peles continuarão a ser vendidas por um preço elevado não só pela sua beleza e finura mas principalmente pela sua raridade.

 

E elas serão raras, justamente, por não ser um animal muito prolífero. O fato ocorre já por sua gestação ser bastante demorada - 111 dias. O cio se apresenta a cada 28 dias, ocorrendo logo após um parto. Assim, a fêmea pode ser coberta novamente logo nos três primeiros dias após o parto, porém, não é conveniente que se deixe fazer a cobertura quando nascem três ou mais filhotes ou quando o parto já for de uma cobertura pós cio. Desta forma, podemos contar com o máximo de dois partos por ano para cada matriz, sendo raridade os casos de três partos.

 

A quantidade de filhotes varia de um até cinco por parto, sendo o mais comum o número de dois. À medida em que cresce o número de filhotes por parto, diminui seu tamanho e aumentam as chances de mortalidade infantil. É muito difícil se conseguir criar, por exemplo, os quatro animais de um mesmo parto. Alguns criadores tem obtido maior sucesso transferindo um filhote para uma mãe adotiva que tenha tido um parto com menos rebentos na mesma época da mais fértil. Partos com cinco filhotes são muito raros. Podemos dizer que, de uma maneira genérica, cada matriz tem dois partos por ano, produzindo cada vez dois filhotes.

 

Não podemos considerar, no entanto, para evolução do rebanho que cada fêmea do plantel vá produzir quatro filhotes por ano - sendo dois machos e duas fêmeas - e que nossas matrizes serão triplicadas a cada ano, uma vez que ainda é muito alto o índice de mortalidade infantil nos criatórios. Segundo pesquisa efetuada junto a nossos associados, tivemos oportunidade de constatar uma variação neste índice de 15% (criador que adota a técnica de manejo de filhotes em partos numerosos) até 50% (suspeita de epidemia de giardia na criação), obtendo-se na média a taxa de 25% de mortalidade infantil.

 

Assim, o índice catarinense de 3 filhotes anuais por matriz que chega à idade adulta pode ser considerado muito bom e representa um incremento de 300% ao ano sobre o número de fêmeas em reprodução. É com este índice que trabalharemos em nosso estudo. Como a probabilidade é de que nasça 50% de cada sexo, teríamos o incremento anual de 150% para machos e 150% para fêmeas, ou seja, uma taxa de incremento médio mensal de 12,5% para cada sexo. Temos observado que nos meses de janeiro e setembro há um índice de nascimentos maior do que nos outros meses.

 

Medir-se-á a evolução de um plantel pelo incremento do número de fêmeas em reprodução. Mas, nem todas as fêmeas novas podem ser destinadas à reprodução tendo em vista que podem ocorrer nascimentos de animais que não disponham de boas características genéticas. Numa criação já em andamento o número de matrizes tem praticamente duplicado de um ano para outro. Este fato, no entanto, não ocorre no primeiro ano de atividade, pois, os primeiros filhotes começarão a nascer somente após cinco meses e depois terão que esperar no mínimo mais sete meses até se tornarem adultos para poderem ser colocados em reprodução.

 

Elaboramos tabela de evolução mensal de plantel e confirmada após um ano de observação, baseada nas seguintes normas por nós estabelecidas:

  • filhotes: ocorrência mensal de 12,5% para cada sexo, calculada sobre o número de fêmeas em cria existentes há quatro meses;

  • novos: desmamados, ou seja, após 35 ou 40 dias - para facilitar a elaboração da tabela consideramos a idade de um mês para o desmame;

  • peleteria: animais que após o sétimo mês de idade não serão aproveitados para a reprodução - 10% das fêmeas novas e machos novos (exceto os reservados para reprodutores na proporção de um para cada seis matrizes novas;

  • abates: os destinados à peleteria, aos nove meses de idade.

 

 

Elaboramos cinco tabelas diferentes, utilizando sempre os mesmos índices, variando apenas o número de famílias iniciais e o tamanho do plantel almejado (matrizes em reprodução). Por se tornarem repetitivas apenas a primeira tabela está desenvolvida mês a mês e as demais nos mostram o plantel a cada seis meses sendo que o número de abates, neste caso, é o acumulado do semestre:

 

Tabela I - início com uma família e meta de 480 matrizes

Tabela II - início com uma família e meta de 360 matrizes

Tabela III - início com uma família e meta de 240 matrizes

Tabela IV - início com duas famílias e meta de 480 matrizes

Tabela V - início com cinco famílias e meta de 960 matrizes

 

 

 

TABELA I

 

Pretendemos demonstrar o desenvolvimento de uma criação a iniciar-se com uma família e na qual se almeja atingir a meta de 480 matrizes.

COLOCAR  TABELA 1 AQUI

 

 

= + =

CAT

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

M C

2

2

2

2

2

2

2

2

3

3

3

3

F C

7

8

9

9

10

11

12

12

13

14

15

15

F M

0

1

1

1

0

1

2

1

1

1

2

1

F F

0

1

1

1

0

1

2

1

1

1

2

1

M N

5

4

4

5

5

4

4

6

6

6

6

8

F N

5

4

4

5

5

4

4

6

6

6

6

8

P M

0

1

2

1

1

2

2

1

0

1

2

1

P F

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

TOT

19

21

23

24

23

25

28

29

30

32

36

37

                         

A b

0

0

0

1

1

0

1

1

1

0

0

1

 

 

 

= + =

CAT

25

26

27

28

29

30

31

32

33

34

35

36

M C

3

3

3

4

4

4

4

4

5

5

5

6

F C

15

17

18

19

20

22

23

24

26

28

29

31

F M

2

2

2

1

2

2

3

2

3

2

3

3

F F

2

2

2

1

2

2

3

2

3

2

3

3

M N

8

8

9

10

10

10

11

12

12

13

14

15

F N

8

8

9

10

10

10

11

12

12

13

14

15

P M

1

3

3

1

1

3

3

3

3

3

3

2

P F

1

1

0

0

0

0

0

1

1

0

0

0

TOT

40

44

46

46

49

53

58

60

65

66

71

75

                         

A b

1

0

2

2

1

0

1

2

1

3

1

2

 

 

 

 

 

= + =

CAT

37

38

39

40

41

42

43

44

45

46

47

48

M C

6

6

7

7

7

8

8

9

9

10

10

11

F C

33

35

37

40

42

44

47

50

53

57

60

64

F M

3

4

4

3

5

4

5

5

5

5

6

6

F F

3

4

4

3

5

4

5

5

5

5

6

6

M N

16

16

18

19

20

22

23

25

26

27

29

30

F N

16

16

18

19

20

22

23

25

26

27

29

30

P M

3

5

4

4

5

4

5

5

6

7

6

7

P F

0

1

1

0

0

1

1

0

1

1

0

1

TOT

80

87

93

95

104

109

117

124

131

139

146

155

                         

A b

1

1

2

4

1

3

2

3

3

2

5

3

 

 

 

 

= + =

CAT

49

50

51

52

53

54

55

56

57

58

59

60

M C

12

12

13

14

15

16

16

18

19

20

21

22

F C

68

72

77

81

86

91

96

103

109

116

123

131

F M

7

7

8

8

8

9

10

10

11

11

12

13

F F

7

7

8

8

8

9

10

10

11

11

12

13

M N

32

34

36

39

42

44

47

50

53

56

59

63

F N

32

34

36

39

42

44

47

50

53

56

59

63

P M

7

8

9

8

8

9

11

11

11

13

14

14

P F

1

1

1

1

1

1

2

1

1

2

2

1

TOT

166

175

188

198

210

223

239

253

268

285

302

320

                         

A b

3

5

3

6

4

5

4

6

7

5

7

8

 

 

 

 

= + =

CAT

61

62

63

64

65

66

67

68

69

70

71

72

M C

24

25

27

28

30

32

34

36

38

40

43

45

F C

139

148

157

167

177

187

199

212

224

238

253

268

F M

14

14

15

17

17

19

19

21

22

24

25

26

F F

14

14

15

17

17

19

19

21

22

24

25

26

M N

67

71

75

79

85

90

96

101

108

115

122

130

F N

67

71

75

79

85

90

96

101

108

115

122

130

P M

14

16

17

18

19

19

21

23

24

25

27

29

P F

1

2

2

2

2

3

3

2

3

3

3

4

TOT

340

361

383

407

432

459

487

517

549

584

620

658

                         

A b

8

7

8

10

9

11

10

12

12

13

14

14

 

 

 

 

 

 

 

= + =

CAT

73

74

75

76

77

78

79

80

81

82

83

84

M C

48

51

54

57

61

65

69

73

77

80

80

80

F C

285

303

321

341

363

385

409

434

461

480

480

480

F M

28

30

31

34

36

37

41

42

46

48

51

54

F F

28

30

31

34

36

37

41

42

46

48

51

54

M N

137

146

155

164

174

185

196

209

221

236

250

265

F N

137

146

155

164

174

185

196

209

221

236

250

265

P M

31

32

34

37

39

41

43

46

50

54

62

70

P F

4

3

4

5

4

5

5

5

6

15

46

70

TOT

698

741

785

836

887

940

1000

1060

1128

1197

1270

1338

                         

A b

16

17

18

17

21

21

22

24

24

27

29

40

 

 

 

 

= + =

CAT

85

86

87

88

89

90

91

92

93

94

95

96

M C

80

80

80

80

80

80

80

80

80

80

80

80

F C

480

480

480

480

480

480

480

480

480

480

480

480

F M

58

60

60

60

60

60

60

60

60

60

60

60

F F

58

60

60

60

60

60

60

60

60

60

60

60

M N

282

299

317

331

343

352

358

360

360

360

360

360

F N

282

299

317

331

343

352

358

360

360

360

360

360

P M

73

78

83

88

94

99

105

112

118

120

120

120

P F

73

78

83

88

94

99

105

112

118

120

120

120

TOT

1386

1434

1480

1518

1554

1582

1606

1624

1636

1640

1640

1640

                         

A b

68

72

74

82

84

92

96

102

108

116

120

120

 

 

 

 

Assim, o número de matrizes almejado será alcançado no octogésimo segundo mês, estabilizando-se o rebanho no nonagésimo quarto mês e o abate médio mensal de 120 animais a partir do nonagésimo quinto mês.

 

 

 

TABELA II

 

Com o mesmo plantel inicial da tabela anterior - uma família - pretendemos demonstrar o desenvolvimento de uma criação para se chegar a um plantel de 360 matrizes. Logicamente, o desenvolvimento mensal será idêntico ao da Tabela I com a única diferença de chegarmos mais cedo ao nosso objetivo. Como já dissemos anteriormente, indicaremos apenas o plantel ao final de cada semestre constando no item "Abates" o total acumulado no período.

 

 

 

 

PERÍODO EM MESES

CATEGORIA

Inic

6

12

18

24

30

36

42

48

54

60

66

Machos em Cria

1

1

1

2

3

4

6

8

11

16

22

32

Fêmeas em Cria

6

6

6

11

15

22

31

44

64

91

131

187

Filhotes Machos

0

1

1

1

1

2

3

4

6

9

13

19

Filhotes Fêmeas

0

1

1

1

1

2

3

4

6

9

13

19

Machos Novos

0

0

5

4

8

10

15

22

30

44

63

90

Fêmeas Novas

0

0

5

4

8

10

15

22

30

44

63

90

Peleteria Machos

0

0

0

2

1

3

2

4

7

9

14

19

Peleteria Fêmeas

0

0

0

0

0

0

0

1

1

1

1

3

T O T A L

7

9

19

25

37

53

75

109

155

223

320

459

                         

Abates (*)

0

0

0

2

4

6

10

12

18

26

37

53

 

 

(*) = acumulado no semestre

 

 

= + =

CAT

72

78

84

90

96

 

M C

45

60

60

60

60

 

F C

268

360

360

360

360

O número de matrizes

F M

26

37

45

45

45

almejado será alcançado

F F

26

37

45

45

45

no septuagésimo sétimo mês,

M N

130

185

255

270

270

estabilizando-se o rebanho

F N

130

185

255

270

270

no octogésimo nono mês e

P M

29

46

70

90

90

o abate médio mensal de

P F

4

30

70

90

90

90 animais a partir do

TOT

658

940

1160

1230

1230

nonagésimo mês.

             

A b

75

110

306

470

540

 

 

 

 

 

TABELA III

 

Novamente partimos de um início com uma única família, porém, almejando-se chegar somente a um plantel de 240 matrizes. Adotamos procedimento idêntico ao da tabela anterior.

 

 

 

 

PERÍODO EM MESES

CATEGORIA

Inic

6

12

18

24

30

36

42

48

54

60

66

Machos em Cria

1

1

1

2

3

4

6

8

11

16

22

32

Fêmeas em Cria

6

6

6

11

15

22

31

44

64

91

131

187

Filhotes Machos

0

1

1

1

1

2

3

4

6

9

13

19

Filhotes Fêmeas

0

1

1

1

1

2

3

4

6

9

13

19

Machos Novos

0

0

5

4

8

10

15

22

30

44

63

90

Fêmeas Novas

0

0

5

4

8

10

15

22

30

44

63

90

Peleteria Machos

0

0

0

2

1

3

2

4

7

9

14

19

Peleteria Fêmeas

0

0

0

0

0

0

0

1

1

1

1

3

T O T A L

7

9

19

25

37

53

75

109

155

223

320

459

                         

Abates (*)

0

0

0

2

4

6

10

12

18

26

37

53

 

 

(*) = acumulado no semestre

 

 

= + =

CAT

72

78

84

90

 

M C

40

40

40

40

 

F C

240

240

240

240

O número de matrizes

F M

26

30

30

30

almejado será alcançado

F F

26

30

30

30

no septuagésimo primeiro mês,

M N

130

174

180

180

estabilizando-se o rebanho

F N

130

174

180

180

no octogésimo segundo mês e

P M

34

49

60

60

o abate médio mensal de

P F

32

49

60

60

60 animais a partir do

TOT

658

786

820

820

octogésimo terceiro mês.

           

A b

75

228

326

360

 

 

 

 

 

 

TABELA IV

 

Trata-se de um estudo de evolução para uma criação com duas famílias iniciais e onde pretendemos chegar ao número de 480 matrizes.

 

 

 

 

PERÍODO EM MESES

CATEGORIA

Inic

6

12

18

24

30

36

42

48

54

60

66

Machos em Cria

2

2

3

4

5

8

11

15

22

31

44

63

Fêmeas em Cria

12

12

13

21

30

43

62

89

128

183

262

376

Filhotes Machos

0

2

2

2

3

5

6

9

13

18

25

37

Filhotes Fêmeas

0

2

2

2

3

5

6

9

13

18

25

37

Machos Novos

0

1

9

10

14

21

30

43

61

88

127

180

Fêmeas Novas

0

1

9

10

14

21

30

43

61

88

127

180

Peleteria Machos

0

0

0

3

4

4

6

10

13

19

28

41

Peleteria Fêmeas

0

0

0

1

1

1

1

1

1

2

3

5

T O T A L

14

20

38

53

74

108

152

219

312

447

641

919

                         

Abates (*)

0

0

0

5

9

12

18

25

37

51

74

106

 

 

(*) = acumulado no semestre

 

 

= + =

CAT

72

78

84

90

 

M C

80

80

80

80

 

F C

480

480

480

480

O número de matrizes

F M

53

60

60

60

almejado será alcançado

F F

53

60

60

60

no septuagésimo primeiro mês,

M N

259

349

360

360

estabilizando-se o rebanho

F N

259

349

360

360

no octogésimo segundo mês e

P M

68

97

120

120

o abate médio mensal de

P F

65

97

120

120

120 animais a partir do

TOT

1317

1572

1640

1640

octogésimo terceiro mês.

           

A b

153

457

652

720

 

 

 

 

 

 

TABELA V

 

Para um investidor mais arrojado e que disponha de capital inicial para implantar uma criação de grande porte apresentamos um demonstrativo do desenvolvimento de um plantel iniciado com 5 famílias e tendo como meta 960 matrizes.

 

 

 

 

PERÍODO EM MESES

CATEGORIA

Inic

6

12

18

24

30

36

42

48

54

60

Machos em Cria

5

5

6

9

13

18

26

37

53

76

109

Fêmeas em Cria

30

30

33

54

75

108

155

221

318

455

652

Filhotes Machos

0

4

4

5

8

11

16

22

31

45

64

Filhotes Fêmeas

0

4

4

5

8

11

16

22

31

45

64

Machos Novos

0

3

23

24

36

52

74

107

153

219

314

Fêmeas Novas

0

3

23

24

36

52

74

107

153

219

314

Peleteria Machos

0

0

2

7

8

12

16

23

34

49

70

Peleteria Fêmeas

0

0

0

1

1

1

2

3

4

6

9

T O T A L

35

49

95

129

185

265

379

542

777

1114

1596

                       

Abates (*)

0

0

0

16

22

30

44

63

89

129

184

 

 

(*) = acumulado no semestre

 

 

= + =

CAT

66

72

78

84

90

 

M C

156

160

160

160

160

 

F C

935

960

960

960

960

O número de matrizes

F M

92

120

120

120

120

almejado será alcançado

F F

92

120

120

120

120

no sexagésimo sétimo mês,

M N

449

641

720

720

720

estabilizando-se o rebanho

F N

449

641

720

720

720

no septuagésimo nono mês e

P M

100

168

237

240

240

o abate médio mensal de

P F

12

168

237

240

240

240 animais a partir do

TOT

2285

2978

3274

3280

3280

octogésimo mês.

             

A b

265

645

1144

1434

1440

 

 

 

 

 

 

 

 

As tabelas, como já dissemos, foram elaboradas dentro da realidade atual dos criadores de Santa Catarina e poderão sofrer ajustes a cada momento, dependendo do desenvolvimento de novas técnicas de manejo nas criações. Não podemos garantir que qualquer criador venha a enquadrar o desenvolvimento de sua criação exatamente nos moldes estabelecidos, porém, se os critérios adotados em seu criatório corresponderem às corretas orientações técnicas, é provável que o incremento em seu plantel assemelhar-se-á bastante a uma destas tabelas. Caso algum criador consiga desenvolvimento mais rápido, antecipamos nossos cumprimentos e lhe asseguramos que estará contribuindo para que estes dados sejam revistos e melhorados.

 

Salientamos que o tamanho do plantel não é o fator mais importante. O que interessa é que o criador tenha animais de excelente qualidade uma vez que as despesas de manutenção são as mesmas para qualquer tipo de animal, porém, o retorno na hora da venda das peles é que vai variar de acordo com o produto oferecido. Temos notícia de que grandes criadores com cerca de 1000 matrizes em seu plantel reduziram seu tamanho preferindo trabalhar na busca de um melhoramento genético. As melhores peles não são necessariamente produzidas nos maiores criatórios.

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Última atualização: 03 maio 2002

 

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